Saúde Íntima
Assoalho Pélvico: o que é e como cuidar em cada fase da vida
O que é o assoalho pélvico, como identificar disfunção e o que a fisioterapia faz para tratar.
Ler artigo →Fisioterapia do assoalho pélvico com especialista formada pelo CAISM/Unicamp — para incontinência, dor pélvica, ressecamento vaginal e recuperação no pós-parto ou na menopausa.
O assoalho pélvico é um conjunto de músculos e tecidos que sustenta os órgãos da pelve: bexiga, útero e reto. Quando esse complexo muscular está enfraquecido ou hipertônico, os efeitos aparecem no dia a dia: perda involuntária de urina, dor durante a relação, pressão pélvica, dificuldade para evacuar e muito mais.
A fisioterapia pélvica atua diretamente sobre esses músculos com técnicas específicas e sem procedimentos invasivos, restaurando função, conforto e autonomia.
Perda de urina ao tossir, espirrar, pular ou gargalhar. É comum, mas não é normal. Tem tratamento, e a fisioterapia pélvica é uma das abordagens mais eficazes.
Dor durante ou após a relação sexual, dor pélvica crônica, vaginismo. Condições que afetam a qualidade de vida e a intimidade, com abordagem terapêutica eficaz.
Preparação do assoalho pélvico para o parto e recuperação após o parto, seja ele normal ou cesárea. Prevenção de sequelas e recuperação funcional mais rápida.
A queda hormonal da menopausa afeta os tecidos pélvicos. A fisioterapia mantém a função, previne o prolapso e melhora a qualidade de vida nessa fase.
Recuperação após histerectomia, cirurgias de prolapso, tratamento oncológico ginecológico. A fisioterapia pélvica faz parte do protocolo de reabilitação integral.
Graduada em Fisioterapia pela UNESP, com pós-graduação em Fisioterapia Aplicada à Saúde da Mulher pelo CAISM/UNICAMP, referência nacional na área.
Atua nas áreas de saúde pélvica, menopausa e climatério, pré e pós-parto, recuperação pós-cirurgia ginecológica e oncológica, e liberação miofascial.
Na Modena CliniQ, cada paciente passa por uma avaliação individualizada antes de iniciar qualquer protocolo.
Na avaliação de fisioterapia pélvica, você conversa com a Wanessa, descreve o que está sentindo e recebe um diagnóstico funcional personalizado. Sem julgamento, com toda a privacidade.
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A perda involuntária de urina afeta 1 em cada 3 mulheres. Causas, tipos e tratamento explicados pela fisioterapeuta Wanessa.
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Dispareunia tem causa identificável e tratamento. Fisioterapeuta do CAISM/UNICAMP explica.
Ler artigo →Geralmente não. As técnicas são adaptadas à sensibilidade de cada paciente. Em casos de dor pélvica crônica ou vaginismo, a Wanessa usa abordagem gradual, priorizando sempre o conforto. Você define o ritmo.
Depende da queixa e do histórico de cada paciente. Os primeiros resultados costumam aparecer entre a 4ª e 6ª sessão. Casos de incontinência leve respondem bem em 8 a 12 sessões. A Wanessa define o protocolo individualizado na avaliação inicial.
Sim. A fisioterapia pélvica no pré-parto é altamente recomendada para preparar o assoalho pélvico, aprender técnicas de relaxamento e reduzir o risco de lacerações. O protocolo é adaptado ao trimestre gestacional.
Sim, é um dos tratamentos mais eficazes para incontinência urinária de esforço — perda ao tossir, espirrar ou pular — e de urgência. A abordagem combina exercícios de fortalecimento, biofeedback e reeducação vesical conforme indicado.
Sim. Com a queda hormonal, os tecidos pélvicos perdem tônus e umidade. A fisioterapia previne e trata prolapso, melhora a função sexual e reduz desconfortos urinários comuns nessa fase.